sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
O grupo prioritário que será vacinado abrange gestantes, crianças entre 6 meses e 2 anos, idosos a partir de 60 anos, indígenas, presidiários, profissionais da saúde, doentes crônicos ou imunodeprimidos e mulheres até 45 dias após o parto (novo grupo).
"Estamos reforçando neste ano que as mulheres, até 45 dias depois do parto, também devem se vacinar por dois motivos: primeiro porque elas têm as mesmas condições que indicavam a vacinação durante a gestação, e outra porque também poderão ajudar a proteger seus bebês", explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A equipe do CMS Mario Vitor já está de prontidão e esperando por você!
Doentes crônicos
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
De acordo com Padilha, a meta é reforçar o atendimento às pessoas com
doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem
tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade,
deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores,
entre outros.
A novidade de 2013 é que os doentes crônicos terão acesso ampliado a
todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de
Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar
apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas
do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão
inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não
tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição
médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 15 de abril de 2013.
domingo, 7 de abril de 2013
Brasília – No Dia Mundial da Saúde, lembrado hoje (7), a Organização
Mundial da Saúde (OMS) alerta para a importância do controle da pressão
arterial. De acordo com o órgão, a chamada hipertensão (pressão alta)
constitui um problema de saúde pública, já que contribui para a maioria
dos casos de doença cardiovascular, derrame, falência dos rins,
invalidez e morte prematura.
Dados da organização indicam que mais de uma em cada três pessoas têm
pressão alta. Em 2008, 40% dos adultos no mundo com 25 anos ou mais
sofriam de hipertensão. No mesmo ano, 17,3 milhões de pessoas morreram
apenas em razão de doenças cardiovasculares. Cerca de 80% dos óbitos
provocados por doenças não-transmissíveis são registrados em países de
baixa e média renda.
“Muitas pessoas não sabem que têm pressão alta porque a hipertensão nem sempre apresenta sintomas. Como resultado, ela contribui para mais de 9 milhões de mortes registradas todos os anos, incluindo metade dos óbitos provocados por doenças cardiovasculares e derrames.”
A OMS lembrou que a hipertensão é um quadro prevenível e tratável e
cobrou a união de esforços de governos, profissionais de saúde,
sociedade civil e setor privado, para reduzir o impacto do problema no
mundo.
A orientação é que a população combata o risco de desenvolver pressão
alta por meio de ações como reduzir a ingestão de sal; comer de forma
balanceada; evitar o consumo nocivo do álcool; praticar atividade
física; e evitar o fumo.
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
Postado por Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 7 de abril de 2013.
sábado, 6 de abril de 2013
No dia em que se comemora o Dia Mundial da Atividade Física, o
especialista em medicina do esporte e técnico da seleção brasileira
paralítica de natação de jovens, Adalberto Souza, alerta para a falta de
costume das pessoas em fazer exercícios. No Brasil, 70% da população
não realiza nenhum tipo de atividade.
— Nós estamos na chamada “era do botão”, pois existe botão para tudo,
para ligar e desligar a televisão, para usar o telefone e para chamar o
elevador para até ao andar onde mora. Isso faz com que a pessoa não
realize movimentos, o que pode deixá-la sedentária.
— O potencial de morte prematura por problemas cardiovasculares,
diabetes, câncer de cólon, obesidade, problemas nas articulações e,
principalmente, ansiedade e depressão, aumentam muito.
A atividade física tem papel fundamental na vida das pessoas, pois
aumenta a qualidade do sono e da mente, conforme explicação do
especialista. Além do que, se movimentar periodicamente, melhora o
sistema cardiorrespiratório, fortalece o coração, ossos e músculos. Além
disso, ela é indicada para qualquer idade.
— Após os 30 anos, inicia-se a perda da vitalidade, da massa muscular e
óssea. Por isso, quanto mais velho, mais será necessário adquirir o
hábito de se exercitar.
Antes de iniciar qualquer atividade física, o professor Souza recomenda que a pessoa tenha um acompanhamento médico.
— É preciso que o indivíduo respeite as orientações e tenha consciência do que faz bem ou não ao seu corpo.
Se a pessoa optar em ir à academia, os exercícios aeróbicos e
musculares devem ser feitos de duas a três vezes por semana. Caso não
tenha preferência por essa opção, há uma série de atividades que podem
ser realizadas no dia a dia para evitar o sedentarismo.
— Realize atividades domésticas (varra o chão, limpe as janelas, arrume o quarto);
— Suba e desça as escadas do prédio onde mora;
— Vá a pé ao trabalho, à padaria, à faculdade;
— Caminhe durante uma hora ou divida o tempo da atividade (10 minutos
de manhã, 30 minutos após o almoço, 20 minutos ao final do dia);
— Levante para ligar e desligar a televisão;
— Dê preferência para as escadas do metrô e não a rolante;
— No trabalho, alongue-se a cada 40 minutos para melhorar a postura;
ande pelo escritório e evite ficar sentado várias horas seguidas;
O especialista ressalta que o exagero nos exercícios físicos transforma todos os seus benefícios em malefícios.
— A atividade física faz bem quando sua intensidade é moderada.
Fonte: Portal R7
Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 06 de Abril de 2013.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (26), em Brasília, que pretende imunizar 31,3 milhões de brasileiros na 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai ocorrer de 15 a 26 de abril em 65 mil postos de saúde do país.
O grupo prioritário que será vacinado abrange gestantes, crianças entre
6 meses e 2 anos, idosos a partir de 60 anos, indígenas, presidiários,
profissionais da saúde, doentes crônicos ou imunodeprimidos e mulheres
até 45 dias após o parto (novo grupo).
A meta representa cerca de 80% do público-alvo da ação, que é de 39,2
milhões. No ano passado, 26 milhões de pessoas receberam a vacina, o que
representou 86,3% do público alvo.
Ao todo, serão distribuídas este ano 42,9 milhões de doses, que protegem contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
"Estamos reforçando neste ano que as mulheres, até 45 dias depois do
parto, também devem se vacinar por dois motivos: primeiro porque elas
têm as mesmas condições que indicavam a vacinação durante a gestação, e
outra porque também poderão ajudar a proteger seus bebês", explicou o
ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Doentes crônicos
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
De acordo com Padilha, a meta é reforçar o atendimento às pessoas com
doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem
tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade,
deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores,
entre outros.
A novidade de 2013 é que os doentes crônicos terão acesso ampliado a
todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de
Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar
apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas
do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão
inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não
tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição
médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
"Esse é um mito, uma informação incorreta. A vacina é feita por um vírus inativado, não é um vírus vivo. As pessoas, quando se vacinam, protegem-se dos casos mais graves e do risco de óbito pela gripe", disse.
Padilha ponderou, porém, que, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus, capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus, aí a dose não terá efeito.
"Por isso, é muito importante aproveitar a campanha, que é um período em que ainda não aumentou muito a circulação do vírus da gripe do país", afirmou.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses oito grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) mesmo após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Fonte: Portal G1
Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 03 de abril de 2013.













