quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Amamentação 2014



O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lançou, nesta quinta-feira (7), em Brasília (DF), a nova campanha de aleitamento materno, com o objetivo de incentivar a prática em crianças até os 2 anos. 

A Campanha Nacional de Amamentação deste ano tem como tema "Amamentação. Um ganho para a vida toda" e integra a 22º Semana Mundial de Amamentação, que é comemorada em mais de 170 países no mundo. 

 A atriz Nívea Stelmann, que está amamentando sua filha de quatro meses, é a madrinha da Semana Mundial de Amamentação (SMAM) de 2014 e também esteve presente na cerimônia.

"Esse é um trabalho feito pelas equipes de saúde e pelas mães e pais, em equipe... Toda essa iniciativa envolve comprometimento das pessoas para dar certo e é preciso ser ressaltado que fazer a doação do leite também é um gesto de amor", ressalta Chioro.

Importância da amamentação
O leite materno contém componentes e mecanismos capazes de proteger a criança de várias doenças. É um simbiótico: uma fonte natural de lactobacilos, bífidobactérias e oligossacarídios. Nenhum outro alimento oferece as características imunológicas do leite humano. A mãe fornece ao filho componentes protetores, através da placenta e do seu leite, enquanto o sistema de defesa do bebê amadurece.
Outros aspectos reforçam a importância desse gesto de amor: “Os laços afetivos são consolidados com a amamentação, além de possibilitar uma recuperação mais rápida da mãe no pós-parto, pois a amamentação acelera o retorno do útero ao tamanho original, auxilia na redução de peso da lactante e na prevenção dos cânceres de mama e colo do útero”, explica a pediatra e supervisora do Banco de Leite do Hospital Santa Lúcia, Dra. Fábia Queiroga.

Alimento exclusivo
O Ministério da Saúde (MS) recomenda que, até os seis meses de vida, o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno para ter um crescimento forte e um desenvolvimento saudável. A amamentação é também reconhecida pelo MS como o primeiro direito da criança após o nascimento, que a recomenda até os dois anos de vida.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior, a prática não deve ser interrompida. Segundo ele, o aleitamento materno exclusivo transfere à criança, além dos nutrientes, substâncias e células. "São esses anticorpos que as protegem de infecções", explica.

Postado por CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 7 de agosto de 2014.
 

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