CMS Dr. Mario Vitor de Assis Pacheco

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco

31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco

Dia Mundial sem Tabaco tem campanha focada em crianças e adolescentes.


Objetivo é proibir publicidade para evitar que menores se sintam atraídos pelo cigarro.


AJUDA PARA LARGAR O VÍCIO:

      Quem deseja largar o cigarro e não sabe como ou por onde começar, pode procurar uma das Unidades de Saúde da Prefeitura do Rio (Centros Municipais de Saúde e Clínicas da Família) onde receberão orientações, pois existe um programa que oferece tratamento ao fumante que não consegue largar a dependência química sozinho. 

Inscrições para o Grupo de Tabagismo do CMS Mario Vitor:
Dia 12 de Junho de 2013 
10 horas 
Sala 6 - Serviço Social.


     A batalha contra o tabagismo ganha cada vez mais força na sociedade. Hoje, no Dia Mundial sem Tabaco, data criada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) em 1987 para alertar sobre as doenças e mortes relacionadas ao tabagismo, o esforço é para conscientizar o maior número de fumantes possível sobre os malefícios do cigarro. Este ano, a campanha é pela proibição de publicidade, propagada e patrocínio do tabaco. O foco está na prevenção, para evitar que crianças e jovens sejam atraídos pela publicidade a experimentarem o primeiro cigarro, se tornem fumantes e mantenham este hábito na vida adulta.


Câncer de pulmão em 90% dos fumantes:

       Dos dez tipos de câncer mais frequentes no Brasil, sete estão relacionados ao cigarro. E se somar todos, a taxa de incidência é mais alta do que o câncer de mama e de próstata. O câncer de pulmão, em que 90% dos casos se manifestam em fumantes, é o que mais mata no mundo. Apenas 6% dos pacientes sobrevivem à doença nestas condições.
Além de prejudicar os pulmões, o hábito de fumar pode provocar câncer de fígado, laringe, estômago, rim, bexigas e outros órgãos. Senen Hauff, médica oncologista, acredita que a lei precisa ser mais rígida, para inibir o acesso dos adolescentes ao cigarro. “Onde a fumaça passa vai deixando um rastro de doença”, diz. “A maioria dos fumantes sabe que faz mal, mas não consegue parar por causa do suposto prazer que o cigarro proporciona. Estas pessoas devem buscar ajuda e lembrar que livres do cigarro terão uma vida melhor”, completa.


 FIQUE POR DENTRO:

- A cada dia cerca de 100 mil adolescentes começam a fumar no mundo
- 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos. A idade média de iniciação é aos 15 anos
- O tabaco tem na sua composição mais de 4.720 substâncias tóxicas
- O tabagismo é responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil
- O tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo
- 210 milhões de pessoas no mundo têm a doença pulmonar obstrutiva crônica, que é a sexta causa de morte no mundo e a quinta no Brasil. A estimativa é de que a doença se torne a terceira principal causa de morte por volta de 2020.



  • O CMS Mário Vitor promoverá hoje, no Dia Mundial Sem Tabaco, um evento com o título:


CMS Mario Vitor Sem Tabaco.


Programação:
  • Palestra Sobre os Malefícios do Tabaco
  • Apresentação de Vídeo. 
-Esperamos por você!

Postado por: Equipe CMS Mário Vitor.
Rio de Janeiro, 31 de maio de 2013.








quarta-feira, 29 de maio de 2013

Dia do Desafio 2013 - Sucesso total!!!

Dia do Desafio 2013 - Sucesso total!!!

O importante é se mexer. Vamos lá?
 Atividades Realizadas no Dia do Desafio:
  • Alongamento e exercícios com os usuários e funcionários do CMS Mario Vitor e da Clínica da Família David Capistrano Filho.
  • Caminhada na Avenida Cesário de Melo.
  • Atividade nos aparelhos da Academia Carioca do CMS Mário Vitor com os alunos e convidados dos alunos.
Agradecemos todos os profissionais envolvidos e aos usuários pela animação, que contribuiu para o sucesso desta campanha. 


A Direção.
















Veja mais fotos em nossa página no facebook:  
https://www.facebook.com/cmsmv

Postado por: Equipe CMS Mário Vitor
Rio de Janeiro, 29 de maio de 2013.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

29 de Maio - Dia do Desafio

29 de Maio - Dia do Desafio



Com um conceito simples, o Dia do Desafio tem como objetivo estimular a prática de atividade física. Realizado anualmente, sempre na última quarta-feira do mês de maio, o evento propõe que as pessoas interrompam suas atividades rotineiras para praticar qualquer tipo de atividade física por - no mínimo - 15 minutos consecutivos. A partir disso, é esperado que a prática diária de exercícios se torne um hábito permanente na vida da população.

O importante é se mexer. Vamos lá?


Postado por: Equipe CMS Mário Vitor
Rio de Janeiro, 22 de maio de 2013.




segunda-feira, 20 de maio de 2013

8 de junho - Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite.

8 de junho - Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite.





Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite será no dia 8 de junho.

Todas as crianças a partir de 6 meses a menores de 5 anos devem receber a vacina Sabin que garante imunidade contra a Paralisia Infantil.
Para receber a vacina, a criança tem de estar acompanhada de um adulto responsável, que deverá levar a caderneta de vacinação.
Além disso, as crianças que estiverem em atraso com a vacinação como SCR (sarampo, caxumba e rubéola), DPT (difteria, tétano e coqueluche), BCG (tuberculose), Hepatite B, Pentavalente, Rotavírus, Pneumocócica, Meningocócia e Influenza também podem recebê-las.
Em 2012, a Campanha atingiu 13,4 milhões de crianças em 15 estados brasileiros que corresponde a 95% da população infantil no país.
De acordo com o Ministério da Saúde, a paralisia infantil é uma doença infecto-contagiosa viral aguda que atinge, principalmente, crianças de até cinco anos. É caracterizada por quadro de paralisia flácida de início súbito e na maioria das vezes acomete os membros inferiores. Sua transmissão ocorre pelo Poliovírus, que entra pela boca, carregado pelas fezes e gotículas expelidas durante a fala, tosse ou espirro da pessoa contaminada. Falta de higiene e de saneamento na moradia, além da concentração de muitas crianças em um mesmo local favorecem a transmissão.
 Fonte: Ministério da Saúde.
Em breve divulgaremos endereços dos locais de vacinação e mais informações sobre esta Campanha Nacional.
Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 20 de Maio de 2013.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

15 de Maio - Dia do Assistente Social.

15 de Maio - Dia do Assistente Social.



Assistente Social é o profissional graduado em curso superior de Serviço Social que devidamente habilitado pode atuar nas expressões da questão social, nas políticas sociais públicas, privadas e nas organizações não governamentais (ONGs). A profissão de Assistente Social pode contribuir muito para mudar os rumos das políticas sociais de um país. Frequentemente o Serviço Social é confundido com assistencialismo, serviço voluntário, caridade, benesse e outros.


História

  • Em 27 de Agosto de 1957, a lei n°. 3.252, regulamentada pelo Decreto Federal nº. 994, de 15 de maio de 1962.
  • Em 1993, pela Lei de Regulamentação da Profissão n° 8.662/1993, actualmente em vigência.

Origem do dia do Assistente Social

O mês de Maio traz data muito especial para os Assistentes Sociais: o dia 15, quando se comemora o seu dia e marca a profissão desde o seu nascimento. Em 15 de maio de 1891, o Papa Leão XIII publicava a Encíclica "Rerum Novarum", apresentando ao mundo católico os fundamentos e as diretrizes da Doutrina Social da Igreja. Era a primeira Encíclica Social já escrita por um Papa e, arcava o posicionamento da Igreja frente aos Graves problemas sociais que dominavam as sociedades européias. Para os assistentes sociais europeus, a Encíclica publicada naquele dia 15 de maio, trazia um conteúdo muito especial.
Atônitos frente à complexidade dos problemas existentes e teoricamente fragilizados em conseqüência de sua formação ainda bastante precária, aqueles profissionais assumiam o documento e os ensinamentos ali contidos, como base fundamental de seu trabalho. E desse modo se aproximavam cada vez mais da Igreja Católica européia que. por sua vez, assumia progressivamente a sua liderança sobre o enfoque das práticas sociais daqueles profissionais. No Brasil, o Serviço Social foi criado em 1936, a partir das iniciativas dos grandes líderes da Igreja Católica no País, inspirados na Doutrina Social da Igreja então enriquecida por uma nova Encíclica Social: a "Quadragésimo Ano" redigida pelo Papa Pio XI e publicada no dia 15 de maio de 1931 em comemoração aos quarenta anos da Rerum Novarum. E, desse modo, gestada no seio da prática da "Ação Social Católica", ou simplesmente "Ação Católica" - no Brasil a profissão cresceu sob a liderança da Igreja e, até o início dos anos 60, recebeu a influência direta e decisiva da sua "Doutrina Social". Mas, o fato de sabermos que o dia "15 de maio" é uma homenagem à publicação da "Rerum Novarum" - documento que embalou a profissão em berço e lhe sustentou a vida - não esgota o assunto em pauta. Quem determinou que assim o fosse? É uma data comemorada apenas por assistentes sociais brasileiros? Estas são algumas perguntas que na literatura encontrada, bem como nos contatos estabelecidos na fase preparatória desse artigo, não responderam a estas indagações. Cabe, portanto, aos assistentes sociais interessados na história profissional, se embrenhem pelos caminhos da pesquisa em busca dessas respostas e de outras relativas ao tema.

ATRIBUIÇÕES DO ASSISTENTE SOCIAL:

De acordo com a lei 8662/93, que regulamenta a profissão de Serviço Social, em seu artigo 4º, constituem competências do assistente social:

I - elaborar, implementar, executar e avaliar políticas sociais junto a órgãos da administração pública, direta ou indireta, empresas, entidades e organizações populares;

II - elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil;

III - encaminhar providências, e prestar orientação social a indivíduos, grupos e à população;

IV - (Vetado);

V - orientar indivíduos e grupos de diferentes segmentos sociais no sentido de identificar recursos e de fazer uso dos mesmos no atendimento e na defesa de seus direitos;

VI - planejar, organizar e administrar benefícios e Serviços Sociais;

VII - planejar, executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a análise da realidade social e para subsidiar ações profissionais;

VIII - prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades, com relação às matérias relacionadas no inciso II deste artigo;

IX - prestar assessoria e apoio aos movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais, no exercício e na defesa dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade;

X - planejamento, organização e administração de Serviços Sociais e de Unidade de Serviço Social;

XI - realizar estudos sócio-econômicos com os usuários para fins de benefícios e serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades.

Já o art. 5º da referida lei aponta as atribuições privativas do assistente social. Ou seja, somente o profissional de Serviço Social pode executar tais atribuições. 

São elas:

I - coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social;

II - planejar, organizar e administrar programas e projetos em Unidade de Serviço Social;

III - assessoria e consultoria e órgãos da Administração Pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades, em matéria de Serviço Social;

IV - realizar vistorias, perícias técnicas, laudos periciais, informações e pareceres sobre a matéria de Serviço Social;

V - assumir, no magistério de Serviço Social tanto a nível de graduação como pós-graduação, disciplinas e funções que exijam conhecimentos próprios e adquiridos em curso de formação regular;

VI - treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiários de Serviço Social;

VII - dirigir e coordenar Unidades de Ensino e Cursos de Serviço Social, de graduação e pós-graduação;

VIII - dirigir e coordenar associações, núcleos, centros de estudo e de pesquisa em Serviço Social;

IX - elaborar provas, presidir e compor bancas de exames e comissões julgadoras de concursos ou outras formas de seleção para Assistentes Sociais, ou onde sejam aferidos conhecimentos inerentes ao Serviço Social;

X - coordenar seminários, encontros, congressos e eventos assemelhados sobre assuntos de Serviço Social;
XI - fiscalizar o exercício profissional através dos Conselhos Federal e Regionais;

XII - dirigir serviços técnicos de Serviço Social em entidades públicas ou privadas;

XIII - ocupar cargos e funções de direção e fiscalização da gestão financeira em órgãos e entidades representativas da categoria profissional. 




Postado por: Equipe CMS Mario Vitor.
Rio de Janeiro, 15 de Maio de 2013. 

domingo, 12 de maio de 2013

12 de Maio - Dia Mundial da Enfermagem.

12 de Maio - Dia Mundial da Enfermagem.


Parabéns pelo seu dia!

O DESENVOLVIMENTO DA ENFERMAGEM ATRAVÉS DA HISTÓRIA:

A enfermagem é uma profissão que surgiu empiricamente e se desenvolveu, através dos séculos, em estreita relação com a história da civilização, mas que nem sempre acompanhou o desenvolvimento no campo científico.
Houve época em que a enfermagem era uma atividade regida pelo espírito de serviço e humanismo, associado a crenças e superstições, sem nenhuma fundamentação científica, ou então épocas de maiores conhecimentos e habilidades, mas deficientes pelo padrão moral dos elementos que a exerciam.
Podemos dividir a história da enfermagem em períodos assim compreendidos.

1. Período antes de Cristo
Dia Internacional da Enfermagem O tratamento do enfermo depende estritamente do conceito de saúde e de doença. Nesta época, os povos primitivos entendiam a doença como um castigo dado pelos deuses, ou então como causada pelos efeitos de um poder diabólico, exercido sobre os homens.
Os povos recorriam a seus sacerdotes ou feiticeiros, acumulando estes as funções de médico, farmacêutico e enfermeiro.
O tratamento se limitava a aplacar as divindades e afastar os maus espíritos.
Os documentos daquela época nos forneceram idéia do tratamento dispensado então aos doentes. Os mais antigos foram encontrados no Egito, do ano 4688 A.C- ao ano 1552 da mesma era. Alguns destes documentos relatam prescrições e fórmulas médicas seguidas de fórmulas religiosas, que o doente devia pronunciar, enquanto ingeria o medicamento. Por outro lado, quem preparava a droga, devia fazê-lo ao mesmo tempo que dizia uma oração a lsis e a Hórus, princípio de todo bem.
Esses documentos não mencionam nada sobre os hospitais e enfermeiros, somente sobre a medicina, que era entrelaçada com crenças religiosas, embora com desenvolvimento científico bem significativo para a época. Reconheciam o coração como centro da circulação, embora desconhecessem como esta se processava, e a respiração como um ato de vital importância. Possuíam, junto aos templos, ambulatórios para que os futuros sacerdotes médicos pudessem praticar.
Na índia, os documentos do século VI A.C. nos forneceram dados a respeito da enfermagem, medicina e existência de hospitais. Os hindus exigiam que os enfermeiros tivessem: asseio, habilidade, inteligência, conhecimento de arte
culinária e de preparo dos remédios. Moralmente, deveriam ser: puros, dedicados e cooperadores.
A Grécia marcou esta época, pelo desenvolvimento e domínio da filosofia, das ciências, letras e artes e, principalmente, no campo da medicina. Foi ali que a medicina iniciou suas bases científicas, graças a Hipócrates, que recebeu a denominação de "O Pai da Medicina".
2. Período da unidade cristã
O cristianismo, indiretamente, provocou uma transformação na organização política e social, através da reforma dos indivíduos e da família. Surgiu, nesta época, um grande espírito de humanidade, e muitos cristãos, levados a procurar uma vida mais santa e caridosa, se reuniam em pequenas comunidades, que se dedicavam à assistência dos pobres, velhos, enfermos e necessitados, em casas particulares ou hospitais, chamadas Diaconias.
Após o Edito de Milão (335), pelo qual Constantino dava aos cristãos a liberdade de culto, muitos romanos transformaram seus palácios em Casas de Caridade e inúmeros hospitais cristãos foram abertos. Foi uma época áurea para os hospitais. Acrescendo a isto, destacou-se a atuação das grandes Abadessas na melhoria da assistência aos enfermos e elevação do nível da enfermagem. Entre elas, ressaltamos o valor de Santa Hildegarda (século Xl), proveniente de família nobre e que tornou-se uma das mais célebres Abadessas, pelos seus grandes conhecimentos de Ciências Naturais, Enfermagem e Medicina. Escreveu sobre doenças do pulmão, verminose, icterícia. Dava grande importância à água em seus tratamentos e recomendava às enfermeiras que proporcionassem freqüentes banhos aos seus pacientes.
Neste período surgiram organizações, sob a forma religiosa-militar, com a finalidade de libertar o túmulo de Cristo do domínio muçulmano (Cruzadas) e proteger os peregrinos que se dirigiam a Jerusalém (Cavaleiros de Lázaro, Cavaleiros de São João de Jerusalém e Cavaleiros Teutônicos).
Essas organizações religiosas-militares prestavam cuidados de "enfermagem" aos doentes e aos feridos.
O espírito de humanidade dominante naquela época muito contribuiu para que os enfermos recebessem um bom padrão de assistência, embora muito pouco tenha sido relatado especificamente sobre a enfermagem.
3. Período de decadência da Enfermagem
A baixa do espírito cristão repercutiu diretamente na enfermagem, tanto na quantidade como na qualidade das pessoas que se dedicavam ao serviço dos enfermos. Os donativos e a generosidade iam cada vez mais diminuindo, os hospitais entrando em sérias dificuldades de funcionamento por falta de recursos humanos e materiais. Aos poucos, a decadência se agravava, ocasionando o fechamento de muitos hospitais. Outro fator que colaborou nessa crise dos hospitais foi a Reforma religiosa provocada por Lutero, Henrique Vlll e Calvino, que expulsou dos hospitais as religiosas que assistiam os doentes, especialmente na Inglaterra.
Os cuidados prestados aos enfermos passaram a ser dados por pessoas de baixo nível social e qualificação pessoal. Esta atividade passa a ser um trabalho árduo e de baixa remuneração; não havendo mais, ou muito pouco, o sentido cristão que regeu, por longa época, a razão de assistir os necessitados. O desenvolvimento científico da enfermagem naquela época foi muito pequeno, não conseguindo acompanhar o avanço que a medicina tinha conseguido alcançar.
Mas, no século Xvll, surgiu São Vicente de Paulo, que fundou o Instituto das Filhas de Caridade, que se dedicaram aos enfermos, o que reergueu novamente a enfermagem e lhe deu o título de "Precursor da enfermagem moderna".
No século XIX, surgiu Florence Nightingale, reformando totalmente a enfermagem e iniciando uma outra fase para a profissão.
4. Período do Sistema Nightingale
(Sistema Moderno de Enfermagem)
Florence Nightingale nasceu em Florença, em 1820, proveniente de família rica. Dotada de uma cultura muito acima do comum entre as moças daquela época, demonstrou, desde muito cedo, uma tendência para tratar dos enfermos, encontrando no início oposição da família, por ser essa atividade, naquele tempo, exercida por pessoas, de um modo geral, de nível educacional e padrão moral baixos.
Mas Florence, dotada de decidida vocação e marcante personalidade, não desistiu diante do obstáculo que se lhe opunha. Aos 31 anos conseguiu autorização para fazer estágio num hospital mantido por entidade protestante.
Recebeu aí, as primeiras orientações sobre os cuidados com os enfermos que não corresponderam ao que esperava. Sentiu então a necessidade de um ensino de enfermagem fundamentado em bases científicas e metódico.
Em 9 de julho de 1860, fundou em Londres, Inglaterra, a primeira escola de enfermagem, funcionando junto ao Hospital St. Thomas. Estabeleceu que:
A direção da escola deveria ser exercida por uma enfermeira, e não por médico, o que era comum nos poucos cursos dados nos hospitais.
O ensino deveria ser metódico, e não apenas ocasional, através da prática.
A seleção das candidatas deveria ser feita sob o ponto de vista físico, moral, intelectual e de aptidão profissional.
Várias líderes surgiram dessa escola e introduziram o sistema Nightingale em diversos países, através da fundação de novas escolas.
Os cursos passaram a ser procurados por moças educadas e cultas; a enfermagem passava a ser uma profissão honrosa e melhor aceita na sociedade.
5. Enfermagem no Brasil
Desde a colonização do país, já se propunha a abertura de Santas Casas, tipo "Misericórdias", muito comuns em Portugal. A primeira destas foi fundada em 1543, após a fundação da Vila de Santos, por Braz Cubas. Seguiram-se as do Rio de Janeiro, Vitória, Olinda, Ilhéus e outras.
Quanto ao desempenho da atividade de enfermagem naquela época pouco se sabe, a não ser a atuação dos Jesuítas na fundação, direção e manutenção das obras de caridade, auxiliados por voluntárias.
Entre os Jesuítas, destacou-se o Pe. Anchieta, que não se limitou só à catequese mas estendeu sua atenção ao campo da saúde e educação, tão carentes naquela época.
Também os escravos recebiam orientação de seus senhores para cuidar de doentes particulares.
Em 1852 as Irmãs de Caridade vieram para a Santa Casa do Rio de Janeiro, e, à medida que estas aqui chegavam, iam-lhes sendo entregues os estabelecimentos de assistência.
No século XIX surgiram algumas iniciativas de abertura de cursos relacionados com a enfermagem. Abriu-se, junto à escola de Medicina da Bahia, o curso de parteiras. Tempos depois os psiquiatras sentiram a necessidade de preparo para os que se dedicassem ao cuidado dos enfermos mentais, fundando no Rio de Janeiro a Escola Alfredo Pinto, mas com bases bem rudimentares.
No tempo do Império, raros nomes se destacaram, merecendo especial atenção o de Ana Néri. Nascida na Bahia, destacou-se no cenário da enfermagem brasileira, como voluntária na guerra do Paraguai. Sua participação na assistência dos feridos, foi marcante, sendo denominada "Mãe dos Brasileiros".
Em 1923, com a fundação da Escola de Enfermagem Ana Néri, no Rio de Janeiro, que procurou seguir o sistema Nightingale, é que a enfermagem brasileira passou por um desenvolvimento maior. Muitas outras escolas foram abertas, seguindo o mesmo sistema, surgindo daí líderes que atuaram em diversas entidades, como diretoras, ou na assistência aos enfermos sempre voltadas para os três elementos que são indispensáveis na profissão de enfermagem: Ideal, Arte e Ciência.

O que é enfermagem?
Enfermagem é a arte de cuidar e também uma ciência cuja essência e especificidade é o cuidado ao ser humano, individualmente, na família ou em comunidade de modo integral e holístico, desenvolvendo de forma autônoma ou em equipe atividades de promoção, proteção, prevenção e recuperação da saúde.
Dia Internacional da Enfermagem
O conhecimento que fundamenta o cuidado de enfermagem deve ser construído na intersecção entre a filosofia, que responde à grande questão existêncial do homem, a ciência e tecnologia, tendo a lógica formal como responsável pela correção normativa e a ética, numa abordagem epistemológica efetivamente comprometida com a emancipação humana e evolução das sociedades.
No Brasil, o enfermeiro é um profissional de nível técnico e superior da área da saúde, responsável inicialmente pela promoção, prevenção e na recuperação da saúde dos indivíduos, dentro de sua comunidade. O enfermeiro é um profissional preparado para atuar em todas as áreas da saúde: assistencial, administrativa e gerencial.
Dentro da enfermagem, encontramos o auxiliar de enfermagem (nível fundamental) e o técnico de enfermagem, (nível médio) ambos confundidos com o enfermeiro, entretanto com funções distintas, possuindo qualificações específicas.
Na maioria dos países, (Ex:Portugal) não existem estas subdivisões.
O Enfermeiro de cuidados gerais exerce todas as funções inerentes ao seu cargo, previsto na carreira de enfermagem, não existindo desta forma duvidas quanto à função de cada elemento da equipe multidisciplinar.
Todos os enfermeiros possuem, pelo menos, uma licenciatura em ciencias de enfermagem.
Prestam assistência ao paciente ou cliente em clínicas, hospitais, ambulatórios, empresas de grande porte, transportes aéreos, navios, postos de saúde e em domicílio, realizando atendimento de enfermagem; coordenam e auditam serviços de enfermagem, implementam ações para a promoção da saúde junto à comunidade.
O enfermeiro está apto a prescrever, salvo com critérios de cada instituições que elaboram protocolos específicos com medicações padronizadas pelos médicos.

Fonte: www.saudebh.com

Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 12 de Maio de 2013. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Nossa homenagem a todas as MÃES.

Nossa homenagem a todas as MÃES.






Mãe...
Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar…
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.
(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
"Feliz Dia das Mães"

Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 10 de maio de 2013.




quarta-feira, 8 de maio de 2013

8 de Maio - Dia Mundial da Cruz Vermelha

8 de Maio - Dia Mundial da Cruz Vermelha



A Cruz Vermelha foi fundada no dia 5
de dezembro de 1908.
O médico Dr. Oswaldo Cruz, conhecido por seus trabalhos sanitários no Rio de Janeiro foi o primeiro presidente da instituição que
é formada por voluntários com objetivo de ajudar as pessoas necessitadas.

Os princípios fundamentais da Cruz Vermelha são:

  •   Humanidade
  •   Imparcialidade
  •   Neutralidade
  •   Independência
  •   Voluntariado
  •   Unidade
  •   Universalidade



A Cruz Vermelha é uma entidade internacional, com sede em vários países do globo, cuja missão é levar assistência a quem necessite, nas mais diversas condições: feridos, prisioneiros, refugiados, enfermos.
Na guerra ou na paz, a Cruz Vermelha tem como primeiro objetivo promover o bem-estar; por isto, suas atividades podem se estender ao campo da educação, da assistência social, da prevenção de doenças, do combate de epidemias, fome e muito mais.

Henri Dunant Henri Dunant
Na esfera social, trabalha com minorias (idosos, deficientes físicos e mentais, por exemplo), doentes crônicos, dependendo da realidade de cada país em cada época.
O importante é que a Cruz Vermelha não age sob interesse de nenhum país, empresa ou organização. Seu interesse maior é a vida, sem discriminar etnia ou nacionalidade.
Sua data é comemorada no dia do nascimento de Henri Dunant, que primeiro concebeu a idéia da Cruz Vermelha e acompanhou sua criação. Dunant ganhou o primeiro Prêmio Nobel da Paz, em 1901, e morreu em 1910. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha também recebeu um Prêmio Nobel da Paz em 1917 - o único durante a Primeira Guerra Mundial - e outro em 1944, pelo desempenho na Segunda Guerra. Quando do centenário da Fundação da Cruz Vermelha, em 1963, mais dois prêmios Nobel da Paz: um foi para o Comitê Internacional e outro para a Liga das Sociedades.

COMO SURGIU A CRUZ VERMELHA?

Henri Dunant Henri Dunant
A idéia da Cruz Vermelha nasceu em 1859, mais de cinqüenta anos antes de sua efetiva criação e reconhecimento internacional.
Tudo começou quando Henri Dunant, um jovem suíço, se comoveu com o sofrimento no campo de batalha de Solferino, no Norte da Itália, onde os socorros militares não eram suficientes. A forte impressão causada pela dor das pessoas inspirou Henri Dunant a escrever um livro: "Recordações de Solferino", em que descrevia dramáticas cenas da guerra. A partir dali, Dunant já percebia a necessidade de uma entidade que pudesse ajudar pessoas naquele tipo de situação.
A diferença é que, no livro, ele não se limitou a relatar as desgraças da guerra. Mais do que isto, ele sugeria a criação de grupos nacionais de ajuda e apontava a necessidade de se pensar "um princípio internacional, convencional e sagrado", que inspiraria posteriormente a Convenção de Genebra.

Dia Internacional da Cruz Vermelha
Em 1863, também sob influência do livro, seis pessoas se reuniram - entre elas, Henri Dunant - para tomarem providências práticas em relação à situação exposta. Com a presença de representantes de 16 nações, o resultado foi a criação da Cruz Vermelha, a partir de quatro resoluções.
A primeira delas dizia respeito à criação de comitês de socorro, de âmbito nacional, para prover ajuda ao serviço de saúde dos exércitos. Em tempos de paz, seria responsável também pela formação de enfermeiras voluntárias. Também ficou decretada a neutralização de uma equipe de ambulâncias, hospitais militares e pessoal de saúde, a fim de fornecer ajuda sem distinção. Por fim, resolveu-se adotar a cruz vermelha como símbolo, aplicada sobre um fundo branco.
Um ano depois acontecia a primeira Convenção de Genebra, com proposições semelhantes, reunindo assinaturas de 55 países. Era o início da história do direito humanitário.
Nesta época, a Cruz Vermelha era dirigida por cidadãos suíços apenas. As Sociedades Nacionais eram compostas por membros diretamente treinados em primeiros socorros e emergência. Foi após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) que cada Sociedade Nacional formou seu próprio grupo. Unidas, formaram a Liga das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha, hoje conhecida como Federação das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
A preocupação com os direitos humanos levou à atitude contra a guerra e pela paz, principalmente depois da Primeira Guerra Mundial.
Em 1946, este objetivo foi reiterado durante uma Conferência Internacional da Cruz Vermelha, em que se colocou que "... a tarefa essencial da Liga e das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha consiste em um esforço cotidiano para manter a paz e em uma aglutinação de todas as forças e de todos os meios para impedir futuras guerras mundiais". É bom lembrar que isto foi dito em plena Segunda Guerra Mundial.
Dois anos depois, a Conferência Internacional já reunia 46 nações. O marco desta reunião foi a Declaração sobre a Paz.
A Cruz Vermelha Brasileira foi fundada em 1908, com sede no Rio de Janeiro, e tornou-se reconhecida pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha em 1912.

ESTRUTURAS E ATRIBUIÇÕES

Cruz Vermelha Cruz Vermelha
Em sua estrutura internacional, a Cruz Vermelha é formada por um Comitê Internacional e uma Liga das Sociedades, que engloba as diversas Sociedades Nacionais e todas as Sociedades do Crescente Vermelho.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha tem 25 membros suíços e está ligado diretamente às Convenções de Genebra. É um importante órgão de divulgação dos direitos humanitários, com base nos princípios da Cruz Vermelha.
A atividade da Liga das Sociedades da Cruz Vermelha procura coordenar as sociedades-membro no contexto internacional e participar na orientação e no incentivo da criação de novos membros. Fornece apoio operacional em operações de socorro em tragédias internacionais.
Existe ainda a Conferência Internacional da Cruz Vermelha, a mais alta autoridade, convocada de quatro em quatro anos ou quando há alguma necessidade extraordinária. Uma Comissão Permanente coordena as atividades da Cruz Vermelha nos intervalos entre as Conferências Internacionais.

INFORMAÇÕES RÁPIDAS

Desde sua criação, em 1919, a Liga das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha já coordenou mais de 300 operações de socorro de emergência no mundo inteiro.
Na última década, foram lançados cerca de 150 apelos que resultaram em um valor de cerca de 500 milhões de francos-suíços (mais de 750 bilhões de reais).
Ao todo, são 171 Sociedades Nacionais em 171 países.
Para se ter uma idéia, em 1919 havia apenas uma Sociedade Nacional na África; em 1948 eram duas e em 1979 o salto foi enorme. Já eram 37 Sociedades Nacionais.
A Cruz Vermelha salvou pessoas em terremotos nos seguintes países: Guatemala, Itália, Peru, Nicarágua, Turquia e Romênia; inundações, tufões ou ciclones em Bangladesh, Filipinas, Honduras e Romênia; secas na África, Etiópia, Haiti e Somália;
Em 1953, o número de membros adultos era de cerca de 56 milhões.
Fonte: www.ibge.br

Postado por: Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 8 de Maio de 2013.

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