sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
"Embora as
taxas de mortalidade por Aids estejam caindo, graças à grande
disponibilidade de medicamentos antirretrovirais, o HIV ainda está se
espalhando. Na ausência de abstinência, ou de total fidelidade,
preservativos são a melhor maneira de lutar contra a doença. E qualquer
preservativo deve ser bem-vindo".
NOVA YORK - Quinze bilhões de camisinhas são fabricadas por ano mas
não são, assim tão populares, mesmo no Dia Internacional da Camisinha,
comemorado nesta quinta-feira, 13 de fevereiro. Construir um
preservativo melhor é a meta de pesquisadores em laboratórios em todo o
mundo, assim como Bill Gates, cuja fundação está apoiando alguns desses
esforços com doações de US$ 100 mil, e a promessa de até US$ 1 milhão se
os primeiros testes forem bons, segundo o site da revista “The
Economist”.
A Fundação Bill e Melinda Gates está interessada nas
camisinhas pelas mesmas razões que nós. Não apenas para prevenir
gestações indesejadas, mas para evitar a transmissão de doenças
venéreas, particularmente HIV. Até agora, 11 propostas foram escolhidas
entre 812, e a segunda fase já está em andamento, com prioridade para
aquelas usadas por mulheres. O resultado será anunciado em maio.
Uma
das abordagens mais intrigantes para a construção de um preservativo
melhor é reforçar o látex que, em preservativos modernos, é feito a
partir de grafeno. Este material, composto de átomos de espessura folhas
de carbono, é um dos mais fortes conhecidos e sua espessura (ou melhor,
a falta dela) e força a tornam um ponto de partida óbvio para algo que é
suposto ser permeável ao prazer, mas não para qualquer outra coisa. O
colágeno é outra matéria-prima que pode ser usada pelos fabricantes. Ou
polímeros que imitam a sensação da pele desprotegida.
Fonte: oglobo.globo.com
Postado por Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2014.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Nos dias 12 e 13 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social promove a 1ª Conferência Municipal dos Direitos Humanos – Por um Rio de Direitos.
Uma iniciativa que visa, além de tratar a questão como uma política de Estado, trazer propostas que fortaleçam a consciência social sobre direitos humanos para todos que vivem no Rio. Ou seja, um grande desafio para a SMDS, que procura sempre tratar de forma integrada as múltiplas dimensões destes direitos, que são transversais a todos os órgãos municipais.
A partir deste encontro serão aprovadas as diretrizes e propostas que integrarão o Plano Municipal de Direitos Humanos, além de uma discussão para a criação do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos Humanos. Os seis eixos debatidos nas pré-conferências, realizadas no ano passado, serão apresentadas novamente. São elas: Integração Democrática entre Estado e Sociedade Civil; Desenvolvimento Sustentável e Direitos Humanos; Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades; Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência; Educação e Cultura em Direitos Humanos e Direito à Memória e à Verdade.
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| Ernesto Braga, Coordenador da Coordenadoria Geral dos Direitos Humanos (SMDS) |
Ele ainda completa dizendo o que, para ele, significa fazer parte de uma iniciativa como essa. "Organizar a 1ª Conferência Municipal dos Direitos Humanos é uma responsabilidade muito grande, porém, gratificante, pois tivemos a oportunidade de conhecer, através das pré-conferências, a realidade de cada território, cada particularidade e suas necessidades. Discutimos a cerca do combate às desigualdades, exclusões, preconceitos, mobilidade urbana, direito a educação e vários temas que perpassam por todos os setores públicos e privados. Tenho certeza que será um grande presente para essa Cidade Maravilhosa."
Antes de encerrar, Ernesto aproveita para mandar uma mensagem aos servidores municipais: "convido os servidores da prefeitura de nossa cidade a participar desse grande desafio, que é a discussão dos Direitos Humanos. Mesmo os que não são delegados/as, e estes são muitos, é importante que compareçam à Conferência como observadores. A integração democrática entre o poder público e a sociedade civil é fundamental para o Rio de Janeiro".
Inscrições: Os participantes das cinco pré-conferências realizadas em 2013, e que assinaram as listas de presença, estão automaticamente inscritos. Para quem não participou, as inscrições poderão ser feitas no dia 12/02, das 8h às 16, no próprio Centro de Convenções Sulamérica, de acordo com a ordem de chegada. As vagas são limitadas.
Fonte: Portal do Servidor.
Postado por Equipe CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 2014.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Oficina: Dia 23/01/2014Manhã:9 horasTarde:14 horas
A hanseníase é uma doença
infecto-contagiosa crônica, que atinge, principalmente, as células
cutâneas e células dos nervos periféricos, mas tem tratamento e cura. No
entanto, sem o tratamento adequado, a doença pode evoluir para graves
deformações em áreas do corpo, como o nariz e os dedos. Uma pessoa
doente, que apresente a forma infectante da doença, e que esteja sem
tratamento, poderá transmiti-la a outras pessoas suscetíveis com quem
tenha contato direto e prolongado.Assim que o tratamento é iniciado, o doente deixa de transmitir a doença. Uma vez iniciado o esquema de tratamento, o paciente deve ir ao serviço de saúde, mensalmente, tomar a dose supervisionada do medicamento e pegar as doses que tomará diariamente, em casa. O período de tratamento varia de seis meses a um ano.
Alguns dos sintomas da hanseníase são: manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas pelo corpo, diminuição da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato; e caroços e inchaços pelo corpo.
Tire suas dúvidas conosco.
Esperamos por você!
Postado por CMS Mário Vitor
Rio de Janeiro, 17 de Janeiro de 2014.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Como denunciar um foco:
A Prefeitura do Rio de Janeiro disponibiliza o número 1746 para que a população denuncie possíveis criadouros da larva do Aedes aegypti, mosquito que transmite a Dengue, principalmente em regiões onde há imóveis fechados por longos períodos, com acúmulo de lixo, e terrenos baldios. O prazo para atendimento é de até cinco dias úteis. Caso o foco de dengue seja originado por resíduos como garrafas, latas, pneus e recipientes deixados em áreas públicas, o recolhimento deve ser solicitado à Comlurb. É importante ressaltar que nem todo mosquito transmite a Dengue, somente o Aedes aegypti.
Combata o mosquito em sua casa
• Evite deixar plantas em vasos com água, substitua a água por terra.
•
Troque semanalmente a água dos vasos das plantas escovando o mesmo.
Lave as jarras de flores para eliminar os ovos dos mosquitos que ficam
grudados nas suas paredes.
• Para não acumular água, as latas devem ser furadas antes de jogadas fora.
• As garrafas vazias devem ser guardadas de boca para baixo e em lugares cobertos.
• Lave os bebedouros dos animais com escova ou bucha e esvazie-os à noite, sempre que possível.
•
Pneus velhos devem ser mantidos em lugares cobertos para não acumular
água da chuva. Devem ser furados em pelo menos quatro locais opostos.
• Mantenha os ralos limpos jogando água sanitária ou desinfetante semanalmente. Verifique a existência de entupimento.
•
Mantenha o saco de lixo bem fechado e fora do alcance de animais até o
recolhimento pelo serviço de limpeza urbana. Não jogue lixo em terrenos
baldios.
•
Lave, principalmente por dentro, com escova e sabão os utensílios
usados para guardar água em casa, como jarras, garrafas, potes, baldes
etc.
• Depressões de terreno também são possíveis poças de água parada. Preencha-os com areia ou pó de pedra.
•
Mantenha caixas d'água, cisternas, tonéis e outros depósitos de água
sempre bem fechados, com a tampa adequada, para impedir a entrada do
mosquito. Coloque um filó no ladrão.
• Limpe constantemente as calhas, remova tudo que possa impedir a passagem da água, a laje e a piscina de sua casa.
• Instale a caixa do ar-condicionado de forma que esta não possa acumular água.
•
No alto de lajes e telhas também pode haver água parada. Caso more em
apartamento, peça ao porteiro que verifique o acúmulo de água no
terraço.
• Suspeite de garagens e subsolos. Confira se a água da chuva que cai nas calhas circula.
•
Evite ter bromélias em casa. Mantendo-as, é indispensável tratá-las com
água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de
água, regando, no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água
acumulada nas folhas.
• Mantenha a bandeja de geladeira sempre seca. Lave bem e seque uma vez por semana.
Perguntas e Respostas
1 - O que é a Dengue?
É uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida, no Brasil, através da picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti também infectado pelo vírus.
É uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida, no Brasil, através da picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti também infectado pelo vírus.
2 - Quais são as principais maneiras de se contrair Dengue?
A principal maneira de se contrair a doença é através da picada da fêmea do mosquito transmissor.
3 - Que outros mosquitos podem transmitir a Dengue?
O Aedes aegypti é o principal transmissor no Brasil. Existe uma outra espécie que é o Aedes albopictus já presente nas Américas e com ampla dispersão em todas as regiões do Brasil, que é o vetor de manutenção da dengue na Ásia, mas, até o momento, ele não foi associado à transmissão da Dengue nas Américas.
A principal maneira de se contrair a doença é através da picada da fêmea do mosquito transmissor.
3 - Que outros mosquitos podem transmitir a Dengue?
O Aedes aegypti é o principal transmissor no Brasil. Existe uma outra espécie que é o Aedes albopictus já presente nas Américas e com ampla dispersão em todas as regiões do Brasil, que é o vetor de manutenção da dengue na Ásia, mas, até o momento, ele não foi associado à transmissão da Dengue nas Américas.
4 - Quanto tempo após a picada do mosquito a doença costuma se manifestar?
De três a quinze dias, mas a média é de cinco a seis dias para o surgimento dos sintomas.
De três a quinze dias, mas a média é de cinco a seis dias para o surgimento dos sintomas.
5 - Quais são os principais sintomas da Dengue?
Febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça, além de enjoo e vômitos eventuais. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento. Dor abdominal e ausência de febre podem significar o agravamento da doença.
Febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça, além de enjoo e vômitos eventuais. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento. Dor abdominal e ausência de febre podem significar o agravamento da doença.
6 - Como se pode reconhecer o Aedes aegypti?
O mosquito da Dengue é parecido com o pernilongo comum, e pode ser identificado por apresentar corpo escuro e rajado de branco, além de só atacar durante o dia, mais comumente pela manhã ou no final da tarde, quando as temperaturas são mais amenas.
O mosquito da Dengue é parecido com o pernilongo comum, e pode ser identificado por apresentar corpo escuro e rajado de branco, além de só atacar durante o dia, mais comumente pela manhã ou no final da tarde, quando as temperaturas são mais amenas.
7 - Pode-se usar inseticida para matar o mosquito da Dengue?
Sim, porém a aplicação dos inseticidas atua somente sobre a forma adulta do mosquito. Sua duração não é muito longa. Além disso, não se deve borrifar inseticida em plantas, pessoas ou animais.
8 - Como é feito o tratamento da Dengue?
Não existe um tratamento específico para a doença. O tratamento é sintomático. A pessoa com sintomas deve procurar um médico assim que começarem os sintomas. Além disso, deve repousar e ingerir bastante líquido (água, sucos naturais ou chá). Antitérmicos e analgésicos que contnham em sua fórmula ácido acetilsalicílico, como a aspirina, não devem ser usados. Não faça automedicação: qualquer medicamento deve ser prescrito pelo médico. Alguns sintomas, quando ocorrem após três ou quatro primeiros dias da doença, podem indicar agravamento da doença. Podem surgir dor abdominal, vômitos persistentes, queda de pressão, sangramento, sonolência, diminuição do volume urinário e desconforto respiratório. Nesses casos, o médico deve ser procurado com urgência.
Sim, porém a aplicação dos inseticidas atua somente sobre a forma adulta do mosquito. Sua duração não é muito longa. Além disso, não se deve borrifar inseticida em plantas, pessoas ou animais.
8 - Como é feito o tratamento da Dengue?
Não existe um tratamento específico para a doença. O tratamento é sintomático. A pessoa com sintomas deve procurar um médico assim que começarem os sintomas. Além disso, deve repousar e ingerir bastante líquido (água, sucos naturais ou chá). Antitérmicos e analgésicos que contnham em sua fórmula ácido acetilsalicílico, como a aspirina, não devem ser usados. Não faça automedicação: qualquer medicamento deve ser prescrito pelo médico. Alguns sintomas, quando ocorrem após três ou quatro primeiros dias da doença, podem indicar agravamento da doença. Podem surgir dor abdominal, vômitos persistentes, queda de pressão, sangramento, sonolência, diminuição do volume urinário e desconforto respiratório. Nesses casos, o médico deve ser procurado com urgência.
9 - A Dengue pode matar?
Caso a pessoa seja portadora de alguma doença crônica, como problemas cardíacos, entre outras doenças, deve tomar e ter cuidados especiais. Também podem surgir sintomas mais graves ou complicações. Um médico deve ser sempre consultado
Caso a pessoa seja portadora de alguma doença crônica, como problemas cardíacos, entre outras doenças, deve tomar e ter cuidados especiais. Também podem surgir sintomas mais graves ou complicações. Um médico deve ser sempre consultado
10 - Quem já teve Dengue uma vez corre o risco de contrair novamente a doença?
Sim, mas nunca pelo mesmo tipo de vírus. Quatro tipos de vírus podem provocar a doença. O paciente pode ser contaminado por qualquer tipo de vírus, diferente daquele com o qual se contaminou antes, o que pode acarretar muitas vezes quadro mais grave do que na primeira infecção
11 - Existe vacina contra a Dengue?
Não, mas existem diversos estudos de cientistas brasileiros e internacionais para o desenvolvimento da vacina contra a doença.
Não, mas existem diversos estudos de cientistas brasileiros e internacionais para o desenvolvimento da vacina contra a doença.
Fonte:Portal da Prefeitura do Rio.
Postado por: CMS Mario Vitor
Rio de Janeiro, 03 de Janeiro de 2014.










